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	<title>ldev</title>
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	<description>coisas randômicas..</description>
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		<title>ldev</title>
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			<item>
		<title>estruturas de dados &#8211; resumo teórico</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/10/24/estrutura-de-dados/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/10/24/estrutura-de-dados/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 18:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[estrutura de dados]]></category>
		<category><![CDATA[java]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ldev.wordpress.com/?p=561</guid>
		<description><![CDATA[Lista linear
Lista linear é uma estrutura de dados dinâmica cujos elementos estão organizados de maneira seqüencial. São estruturas flexíveis, que podem crescer ou diminuir durante a execução do programa, de acordo com a demanda.

Operações Mais Freqüentes Em Listas:

 Iniciar/Criar uma lista linear vazia
 Verificação do estado da lista: vazia ou cheia.
 Inclusão de elemento em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=561&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong>Lista linear</strong></p>
<p>Lista linear é uma estrutura de dados dinâmica cujos elementos estão organizados de maneira seqüencial. São estruturas flexíveis, que podem crescer ou diminuir durante a execução do programa, de acordo com a demanda.</p>
<p><span id="more-561"></span></p>
<p><strong>Operações Mais Freqüentes Em Listas:</strong></p>
<ul>
<li> Iniciar/Criar uma lista linear vazia</li>
<li> Verificação do estado da lista: vazia ou cheia.</li>
<li> Inclusão de elemento em uma posição específica;</li>
<li> Remoção e retorno do elemento em uma posição específica;</li>
<li> Consulta a um elemento em uma posição específica</li>
<li> Alteração de um elemento de uma posição específica</li>
<li> Busca de um elemento na lista</li>
<li> Ordenação dos elementos da lista</li>
<li> Fazer uma cópia da lista</li>
<li> Mostrar a lista</li>
</ul>
<p><strong>Tipos de implementações de Listas:</strong><br />
1.<strong>Implementação seqüencial: </strong>um vetor é utilizado para armazenar os elementos da estrutura. Vemos abaixo a representação gráfica de uma lista com 4 elementos armazenada em um vetor de capacidade para até 10 elementos.</p>
<pre class="brush: java;">public class Lista {
 /** Capacidade: Número máximo de elementos na lista */
 private int cap;
 /** Número de elementos atualmente na lista */
 private int nel;
 /** Vetor de elementos da lista */
 private int ele[];

 /**
 * Construtor padrão de uma lista.
 * Cria uma lista com capacidade para até 10 elementos.
 */
 public Lista() {
 cap = 10;
 nel = 0;
 ele = new int[10];
 }

 /**
 * Construtor de uma lista com a capacidade especificada no parâmetro.
 * @param cap Tamanho do vetor que armazenará os elementos da lista.
 */
 public Lista(int cap) {
 this.cap = cap;
 nel = 0;
 ele = new int[cap];
 }

 /**
 * Reseta a lista. Apaga todos os seus elementos.
 */
 public void inicializa() {
 nel = 0;
 }

 /**
 * Método de acesso ao campo cap (Capacidade da lista)
 * @return O tamanho do vetor que armazena os elementos da lista.
 */
 public int getCap() {
 return cap;
 }

 /**
 * Método de acesso ao campo nel (número de elementos na lista)
 * @return O número de elementos atualmente na lista.
 */
 public int getNel() {
 return nel;
 }

 /**
 * Método de acesso a uma elemento da lista
 * @param pos Posição do elemento na lista
 * @return O valor do elemento
 */
 int getElemento(int pos) {
 return ele[pos-1];
 }

 /**
 * Verifica se a lista está vazia
 * @return true se a lista estiver vazia e false se não estiver vazia.
 */
 public boolean estaVazia() {
 return nel == 0;
 }

 /**
 * Verifica se a lista está cheia
 * @return true se a lista estiver cheia e false se não estiver cheia.
 */
 public boolean estaCheia() {
 return nel == cap;
 }

 /**
 * Insere um elemento numa determinada posiçã da lista.
 * @param pos Posição onde será inserido o elemento.
 * @param val Valor do elemento inserido na lista.
 */
 public void insere(int pos, int val) {
 for(int i=nel; i&gt;=pos ;i--)
 ele[i] = ele[i-1];
 ele[pos-1] = val;
 nel++;
 }

 /**
 * Remove um elemento da lista
 * @param pos A posição do elemento a ser removido
 * @return O valor do elemento removido
 */
 public int remove(int pos) {
 int res = ele[pos-1];
 for(int i=pos; i&lt;nel; i++)
 ele[i-1] = ele[i];
 nel--;
 return res;
 }

 /**
 * Busca um elemento na lista
 * @param val Valor do elemento buscado
 * @return A posição do elemento, se encontrado, ou zero se não encontrado.
 */
 public int busca(int val) {
 for(int i=0; i&lt;nel; i++)
 if(val == ele[i])
 return i+1;
 return 0;
 }

 /**
 * Ordena a lista em ordem crescente de seus elementos.
 */
 public void ordena() {
 int aux, pm;
 for(int i=0; i&lt;nel-1; i++) {
 pm = i;
 for(int j=i+1; j&lt;nel; j++)
 if(ele[j]&lt;ele[pm])
 pm = j;
 aux = ele[pm];
 ele[pm] = ele[i];
 ele[i] = aux;
 }
 }

 /**
 * Cria uma string com os elementos da lista separados por espaço.
 * @return A string criada.
 */
 @Override
 public String toString() {
 String res = &quot;&quot;;
 for(int i=0; i&lt;nel; i++)
 res += ele[i]+&quot; &quot;;
 return res;
 }

}</pre>
<p>2.<strong>Implementação encadeada:</strong> Os elementos são armazenados em nodos que têm um campo que aponta para o próximo elemento da lista. Vemos abaixo a representação gráfica de uma lista vazia e de uma lista com 5 elementos encadeados.</p>
<p><strong>Vantagens e Desvantagens do encadeamento em relação à implementação seqüencial:</strong><br />
• <strong>Desvantagens</strong><br />
1. Acesso indireto aos elementos;<br />
2. Tempo variável para acessar os elementos (depende da posição do elemento) ;<br />
3. Gasto de memória maior pela necessidade de um novo campo para o ponteiro;<br />
• <strong>Vantagens</strong><br />
1. A inserção e remoção de elementos podem ser feitas sem<br />
deslocar os itens seguintes da lista;<br />
2. Não há necessidade de previsão do número de elementos da<br />
estrutura, o espaço necessário é alocado em tempo de execução;<br />
3. Facilita o gerenciamento de várias listas (fusão, divisão,&#8230;)</p>
<p><strong>Casos Particulares de Lista:</strong><br />
<strong>pilha  (stack) :</strong> inserção e remoção só em um extremo;<br />
<strong>fila (queue):</strong> inserção em um extremo e remoções no outro;<br />
<strong>fila dupla (Double ended queue &#8211; deque): </strong>inserção e remoção nas extremidades da lista.</p>
<p><strong>Pilha ou  Stack</strong><br />
Uma pilha é uma lista linear, na qual as inserções e remoções são realizadas em uma de suas extremidades, chamada topo. Nela o último elemento a entrar é o primeiro elemento a sair. Por isso, é também chamada de estrutura LIFO (Last-In First-Out).</p>
<p><strong>Operações Mais Freqüentes Em Pilhas:</strong></p>
<ul>
<li> Iniciar/Criar uma pilha vazia</li>
<li> Verificação do estado da pilha: vazia ou cheia.</li>
<li> Inserir um elemento na pilha: empilha ou push.</li>
<li> Remover um elemento da pilha retornando o seu valor: desempilha ou pop.</li>
<li> Retornar o elemento do topo da pilha sem removê-lo: topo ou pop.</li>
<li> Mostrar a pilha</li>
<li> Aplicação clássica: Avaliação de expressões.</li>
<li> Implementação seqüencial de uma pilha.</li>
</ul>
<pre class="brush: java;">public class Pilha&lt;T&gt; {
 /** Capacidade da pilha */
 private int cap;
 /** Topo da pilha */
 private int top;
 /** Elementos na pilha. */
 private T[] ele;

 /**
 * Construtor padrão da classe Pilha. Cria uma pilha vazia com
 * capacidade para 10 elementos.
 */
 public Pilha() {
 cap = 10;
 top = 0;
 ele = (T[]) new Object[10];
 }

 /**
 * Construtor que inicia uma pilha vazia com a capacidade
 * especificada no parâmetro c.
 * @param c Número máximo de elementos que a pilha comporta.
 */
 public Pilha(int c) {
 if (c&gt;10) cap = c; else cap = 10;
 top = 0;
 ele = (T[]) new Object[cap];
 }

 /**
 * Método que informa se a pilha está vazia.
 * @return true se a lista estiver vazia e false se não estiver
 */
 public boolean estaVazia() {
 return top == 0;
 }

 /**
 * Método que informa se a pilha está cheia.
 * @return true se a lista estiver cheia e false se não estiver
 */
 public boolean estaCheia() {
 return top == cap;
 }

 /**
 * Coloca no topo da pilha o valor especificado no parâmetro
 * @param val Valor que será adicionado à pilha.
 */
 public void empilha(T val) {
 ele[top++] = val;
 }

 /**
 * Remove o elemento que está no topo da pilha e retorna o seu valor.
 * @return O valor desempilhado.
 */
 public T desempilha() {
 return ele[--top];
 }

 /**
 * Retorna o valor do topo da pilha sem removê-lo.
 * @return O valor que está no topo da pilha.
 */
 public T topo() {
 return ele[top-1];
 }

 /**
 * Retorna uma string com os elementos da pilha separados por espaço.
 * O elemento que está no topo será o último.
 * @return Os elementos da pilha em forma de string.
 */
 @Override
 public String toString() {
 String s = &quot;&quot;;
 for(int i=0; i&lt;top; i++)
 s += ele[i]+&quot; &quot;;
 return s;
 }
}</pre>
<p><strong>Fila ou Queue</strong><br />
Uma fila é uma lista linear na qual a inserção de elementos é feita, exclusivamente, em uma extremidade, chamada final, e as remoções na outra extremidade, chamada início. Nela o primeiro elemento a entrar é o primeiro elemento a sair. Por isso, é também chamada de FIFO (First-In First-out).</p>
<p><strong><br />
Operações Mais Freqüentes Em Pilhas:</strong></p>
<ul>
<li> Iniciar/Criar uma fila vazia</li>
<li> Verificação do estado da fila: vazia ou cheia.</li>
<li> Inserir um elemento na fila: entraNaFila ou enqueue.</li>
<li> Remover um elemento da fila retornando o seu valor: saiDaFila ou dequeue.</li>
<li> Mostrar a fila</li>
<li> Aplicação clássica: Coloração de regiões gráficas.</li>
<li> Implementação seqüencial circular de uma fila.</li>
</ul>
<pre class="brush: java;">
public class Fila&lt;T&gt; {
 /** Capacidade máxima da fila */
 private int cap;
 /** Número de elementos na fila */
 private int nel;
 /** Começo da fila */
 private int com;
 /** Vetor que comtém os elementos da fila */
 private T[] ele;

 /**
 * Construtor padrão da classe Fila.
 * Cria uma fila vazia com capacidade para até 10 elementos.
 */
 public Fila() {
 cap = 10;
 nel = 0;
 com = 0;
 ele = (T[]) new Object[10];
 }

 /**
 * Construtor da classe Fila.
 * Cria uma fila vazia com a capacidade especificada no parâmetro.
 * @param c O número máximo de elementos na fila.
 * Não pode ser inferior a 10.
 */
 public Fila(int c) {
 if (c&lt;10) cap = 10; else cap=c;
 nel = 0;
 com = 0;
 ele = ele = (T[]) new Object[cap];
 }

 /**
 * Método que verifica se a fila está vazia.
 * @return true se a fila estiver vazia e false se não estiver.
 */
 public boolean estaVazia() {
 return nel == 0;
 }

 /**
 * Método que verifica se a fila está cheia.
 * @return true se a fila estiver cheia e false se não estiver.
 */
 public boolean estaCheia() {
 return nel == cap;
 }

 /**
 * Método que insere um elemento no final da fila.
 * @param val Valor inserido.
 */
 public void entraNaFila(T val) {
 ele[(nel+com)%cap] = val;
 nel++;
 }

 /**
 * Método que remove e retorna o elemento do começo da fila.
 * @return O elemento que estava no começo da fila.
 */
 public T saiDaFila() {
 T res = ele[com];
 com = (com+1)%cap;
 nel--;
 return res;
 }

 /**
 * Método que retorna uma string contendo os elementos da fila
 * separados por espaço
 * @return String com os elementos da fila.
 */
 @Override
 public String toString() {
 String res = &quot;&quot;;
 int c = com;
 for(int i=0; i&lt;nel; i++) {
 res += ele[c]+&quot; &quot;;
 c = (c+1)%cap;
 }
 return res;
 }
}</pre>
<p><strong>Fila Dupla ou Deque</strong><br />
Uma fila dupla, também conhecida por deque (double-ended queue) é uma lista linear na qual os elementos entram e saem em qualquer uma das extremidades. Pode ser considerada uma generalização da fila.<br />
<strong>Operações Mais Freqüentes Em Filas Duplas:</strong></p>
<ul>
<li> Iniciar/Criar uma fila vazia (Construtor)</li>
<li> Verificação do estado da fila: vazia ou cheia.</li>
<li> Inserir um elemento à direita da fila: entraD ou enqueueR.</li>
<li> Inserir um elemento à esquerda da fila: entraE ou enqueueL.</li>
<li> Remover o elemento da direita da fila retornando o seu valor: saiD ou dequeueR.</li>
<li> Remover o elemento da esquerda da fila retornando o seu valor: saiE ou dequeueL.</li>
<li> Mostrar a fila</li>
</ul>
<pre class="brush: java;">public class FilaDupSeq&lt;T&gt; {
 /** Capacidade: Número máximo de elementos na fila dupla */
 private int cap;
 /** Número de elementos atualmente na fila dupla */
 private int nel;
 /** Posição do elemento da esquerda no vetor */
 private int esq;
 /** Vetor de elementos da fila dupla */
 private T ele[];

 /**
 * Construtor padrão de uma fila dupla.
 * Cria uma fila dupla com capacidade para até 10 elementos.
 */
 public FilaDupSeq() {
 cap = 10;
 nel = 0;
 esq = 0;
 ele = (T[]) new Object[cap];
 }

 /**
 * Construtor de uma fila dupla com a capacidade especificada no parâmetro.
 * @param c Tamanho do vetor que armazenará os elementos da fila dupla.
 */
 public FilaDupSeq(int c) {
 if (c&lt;10) cap = 10; else cap = c;
 nel = 0;
 esq = 0;
 ele = (T[]) new Object[cap];
 }

 /**
 * Verifica se a fila duplaa está vazia
 * @return true se a fila dupla estiver vazia e false se não estiver vazia.
 */
 public boolean estaVazia() {
 return nel == 0;
 }

 /**
 * Verifica se a fila dupla está cheia
 * @return true se a fila dupla estiver cheia e false se não estiver cheia.
 */
 public boolean estaCheia() {
 return nel == cap;
 }

 /**
 * Método de acesso ao campo cap (Capacidade da fila dupla)
 * @return O tamanho do vetor que armazena os elementos da fila dupla.
 */
 public int getCap() {
 return cap;
 }

 /**
 * Método de acesso a uma elemento da fila dupla
 * @param p Posição do elemento na fila dupla. Primeira posição igual a 1.
 * @return O valor do elemento
 */
 public T getElem(int p) {
 return ele[p-1];
 }

 /**
 * Retorna o índice da posição do vetor que contém o elemento da esquerda.
 * @return O índice da posição do vetor que contém o elemento da esquerda
 */
 public int getEsq() {
 return esq;
 }

 /**
 * Método de acesso ao campo nel (número de elementos na fila dupla)
 * @return O número de elementos atualmente na fila dupla.
 */
 public int getNel() {
 return nel;
 }

 /**
 * Insere elemento à direita da fila dupla.
 * @param v Valor do elemento inserido
 */
 public void entraDir(T v) {
 ele[(esq+nel)%cap] = v;
 nel++;
 }

 /**
 * Insere elemento à esquerda da fila dupla.
 * @param v Valor do elemento inserido
 */
 public void entraEsq(T v) {
 esq--;
 if(esq&lt;0) esq=cap-1;
 ele[esq] = v;
 nel++;
 }

 /**
 * Remove o elemento da direita da fila dupla.
 * @return O valor do elemento removido.
 */
 public T saiDir() {
 nel--;
 return ele[(nel+esq)%cap];
 }

 /**
 * Remove o elemento da esquerda da fila dupla.
 * @return O valor do elemento removido.
 */
 public T saiEsq() {
 T res = ele[esq];
 esq = (esq+1)%cap;
 nel--;
 return res;
 }

 /**
 * Cria uma string com os elementos da fila dupla separados por espaço.
 * @return A string criada.
 */
 @Override
 public String toString() {
 String res = &quot;&quot;;
 int p = esq;
 for(int i=0; i&lt;nel; i++) {
 res +=  ele[p] + &quot; &quot;;
 p = (p+1)%cap;
 }
 return res;
 }

}</pre>
<p>Autor do resumo: Prof. Ricardo Guedes ( ricardo at ifce.edu.br )</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Programação orientada a objetos com Java &#8211; Objetos</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/07/28/poo-com-java/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/07/28/poo-com-java/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 20:37:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ldev.wordpress.com/?p=545</guid>
		<description><![CDATA[Antes de tudo, é bom termos em mente a definição da programação orientada a objetos (POO). A POO é um dos vários paradigmas de programação. De acordo com a Wikipedia, um paradigma de programação é a visão que o programador possui sobre a estruturação e execução do programa.
Esse paradigma trabalha com relações entre objetos, visando [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=545&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Antes de tudo, é bom termos em mente a definição da programação orientada a objetos (POO). A POO é um dos vários paradigmas de programação. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradigma_de_programa%C3%A7%C3%A3o">De acordo com a Wikipedia</a>, um paradigma de programação é a visão que o programador possui sobre a estruturação e execução do programa.</p>
<p>Esse paradigma trabalha com relações entre objetos, visando o melhor conjunto de relações para formar um programa. Neste post, será definido algumas das relações entre objetos, além de algumas características dos objetos.</p>
<p><span id="more-545"></span><strong>O que é um objeto ?</strong></p>
<blockquote><p><span>Tudo que se oferece aos nossos sentidos ou à nossa alma. (Michaelis)</span></p></blockquote>
<p>Tudo bem, essa definição é um pouco subjetiva. Mas pare de ler esse post e olhe ao seu redor. Tudo que você vê, são objetos, pois eles impressionam seu sentidos (refletindo luz) ou fazendo sons.</p>
<p>Além de impressionar os nossos sentidos, objetos possuem<strong> propriedades</strong>. Todos objetos possuem um certo <strong>estado</strong>. Por exemplo: Eu, ser humano, tenho <strong>altura</strong>, <strong>idade</strong>, <strong>rg</strong>, <strong>cpf</strong>, <strong>hobbies</strong> etc. E também tenho <strong>comportamentos</strong>: <strong>programar, comer, dormir, estudar, jogar, escrever</strong> etc. São através de propriedades que objetos são diferenciados.</p>
<p>Note que cada objeto varia em sua complexidade. Um <strong>celular</strong> possui vários estados (fabricante, modelo, sistema operacional, aplicativos etc) e comportamentos (ligar, desligar, atender ligação, fazer ligação, jogar etc). Já uma<strong> porta,</strong> possui poucos estados (cor, modelo, etc) e comportamentos (abrir e fechar). Também perceba que objetos podem ser formados por outros objetos. Um celular é formado por um display, alguns circuitos integrados, uma bateria etc.</p>
<p><strong>Objetos de Software</strong> são semelhantes a objetos da vida real. Um objeto armazena seu estado em <strong>atributos</strong> (variáveis) e expressa seu comportamento através de <strong>métodos</strong> (funções).</p>
<p>Os métodos trabalham, <strong>de modo interno</strong>, com os atributos de um objeto e são os &#8220;meios de comunicação&#8221; entre os objetos. Esse princípio de esconder todo o seu funcionamento interno e permitir a comunicação entre objetos através somente de métodos é chamado de <strong>encapsulamento &#8211; </strong>um princípio básico da programação orientada a objetos.</p>
<p>Vejamos a presença do encapsulamento no mundo real&#8230; Um DVD player possui como função principal ler DVDs. Dentro de um DVD player existem vários objetos interligados (leitor, CIs etc), mas não sabemos como funcionam, pois estão &#8220;protegidos&#8221; pela carcaça do DVD player. Contudo, não precisamos saber o funcionamento interno para ler DVDs. Precisamos apenas saber interagir com alguns de seus comportamentos (métodos), como ligar o DVD, inserir o disco e apertar o botão play.</p>
<p>Ao programar, você deve lembrar que objetos podem ter as seguintes características:</p>
<ul>
<li><strong>Modularidade:</strong> o código-fonte de um objeto pode ser independente de outros objetos (sempre que possível).</li>
<li><strong>Encapsulamento:</strong> como já foi explicado, sempre que possível, manuseie atributos de um objeto somente com métodos.</li>
<li><strong>Reciclagem de código: </strong>se um objeto já existe (programado por outra pessoa), você pode usá-lo no seu programa. Quando você progamar, lembre-se da modularidade!</li>
</ul>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ldev.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ldev.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ldev.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ldev.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ldev.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ldev.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ldev.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ldev.wordpress.com/545/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ldev.wordpress.com/545/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ldev.wordpress.com/545/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=545&subd=ldev&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>ATI IXP Sb4&#215;0</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/07/25/ixp-sb4x0-no-linux/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2009 20:14:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[drivers]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou escrevendo este post através de um Ubuntu Linux rodando num Acer Aspire 3050-1458. O dispositivo de aúdio que veio nesse notebook é o ATI IXP Sb4&#215;0. Infelizmente, esse dispositivo não vem funcionando no Linux.
Para fazer essa placa funcionar, faça o seguinte:
a) Compile e configure a última versão do ALSA. Para isso, você deve ter [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=546&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Estou escrevendo este post através de um Ubuntu Linux rodando num Acer Aspire 3050-1458. O dispositivo de aúdio que veio nesse notebook é o ATI IXP Sb4&#215;0. Infelizmente, esse dispositivo não vem funcionando no Linux.</p>
<p>Para fazer essa placa funcionar, faça o seguinte:</p>
<p>a) Compile e configure a última versão do <a href="http://www.alsa-project.org/main/index.php/Main_Page">ALSA</a>. Para isso, você deve ter o gcc instalado e configurado. Caso tenha dúvidas sobre como compilar, veja <a href="http://alsa.opensrc.org/index.php/Quick_Install">esta</a> página.</p>
<p>b) Abra o arquivo /etc/modprobe.d/sound e adicione a seguinte linha:</p>
<blockquote><p>options snd-hda-intel model=acer-aspire</p></blockquote>
<p>c) Reinicie o computador.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">
<h3 class="post-title"><strong>IXP</strong> <strong>SB4&#215;0</strong></h3>
</div>
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		<title>cheatsheets</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/07/14/cheatsheets/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 20:26:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui estão os cheat sheets que mais uso. Aproveitem!
Programação

Python
Java
PHP
C

Desenvolvimento para Web

HTML
CSS

Sistemas 

UNIX (1) (2)
Windows

Outros

MySQL
Google

Se você estava procurando por um cheat sheet e ela não está aqui, provavelmente ela estará ai: All cheat sheet in one page
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Aqui estão os cheat sheets que mais uso. Aproveitem!</p>
<p><strong>Programação</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.addedbytes.com/cheat-sheets/python-cheat-sheet/">Python</a></li>
<li><a href="http://www.cs.princeton.edu/introcs/11cheatsheet/">Java</a></li>
<li><a href="http://www.addedbytes.com/cheat-sheets/php-cheat-sheet-version-1/">PHP</a></li>
<li><a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;url=http%3A%2F%2Fclaymore.engineer.gvsu.edu%2F~steriana%2F226%2FC.CheatSheet.pdf&amp;ei=L-RcSt6vB9PGlAfhs_H0DA&amp;usg=AFQjCNEQTtoeiR67WaD3evkhoVEao5sFMw&amp;sig2=pJTzxkDpvtSIqRDZBHhqRg">C</a></li>
</ul>
<p><strong>Desenvolvimento para Web</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.addedbytes.com/cheat-sheets/html-cheat-sheet/">HTML</a></li>
<li><a href="http://home.tampabay.rr.com/bmerkey/cheatsheet.htm">CSS</a></li>
</ul>
<p><strong>Sistemas </strong></p>
<ul>
<li>UNIX <a href="http://cb.vu/unixtoolbox.xhtml">(1)</a> <a href="http://www.pixelbeat.org/cmdline.html">(2)</a></li>
<li><a href="http://www.ss64.com/nt/">Windows</a></li>
</ul>
<p><strong>Outros</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.nparikh.org/unix/mysql.php">MySQL</a></li>
<li><a href="http://www.googleguide.com/advanced_operators_reference.html">Google</a></li>
</ul>
<p>Se você estava procurando por um cheat sheet e ela não está aqui, provavelmente ela estará ai: <a href="http://www.cheat-sheets.org/">All cheat sheet in one page</a></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ldev.wordpress.com/543/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ldev.wordpress.com/543/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ldev.wordpress.com/543/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ldev.wordpress.com/543/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ldev.wordpress.com/543/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ldev.wordpress.com/543/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ldev.wordpress.com/543/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ldev.wordpress.com/543/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ldev.wordpress.com/543/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ldev.wordpress.com/543/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=543&subd=ldev&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Esticando o tempo e voltando ao passado</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/07/09/esticando-o-tempo-e-voltando-ao-passado/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/07/09/esticando-o-tempo-e-voltando-ao-passado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 23:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[física]]></category>
		<category><![CDATA[einstein]]></category>
		<category><![CDATA[relatividade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ldev.wordpress.com/?p=539</guid>
		<description><![CDATA[por Roberto Belisário
Boa notícia para os atrasados e os apressados: é possível “dilatar” o tempo, de forma a transformar um dia em dez dias, e também viajar ao passado e depois voltar ao presente para contar a história!

Não é ficção: trata-se de possibilidades teóricas previstas pela física moderna. A dilatação do tempo acontece corriqueiramente na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=539&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><em>por Roberto Belisário</em></p>
<p>Boa notícia para os atrasados e os apressados: é possível “dilatar” o tempo, de forma a transformar um dia em dez dias, e também viajar ao passado e depois voltar ao presente para contar a história!</p>
<p><span id="more-539"></span></p>
<p>Não é ficção: trata-se de possibilidades teóricas previstas pela física moderna. A dilatação do tempo acontece corriqueiramente na física subatômica; viagens para o futuro acontecem de forma natural e automática em viagens aéreas, ainda que através de intervalos de tempo minúsculos. Viagens para o passado são ainda apenas previsões teóricas, mas há quem aposte que aparecerão espontaneamente casos microscópicos e raros de “máquinas do tempo” naturais dentro do LHC, um acelerador de partículas que entrou em operação em maio de 2008.</p>
<p>É possível ousar mais e imaginar se, no futuro, não será possível implementar esses fenômenos em uma tecnologia cotidiana que ajude a diminuir um efeito nocivo que o próprio avanço tecnológico, indiretamente, produz: a falta de tempo, a cultura da pressa, o acúmulo de tarefas. Na verdade, a tecnologia está o tempo todo sendo usada para esse fim: máquinas para fazer serviços domésticos, computadores, automóveis e aviões, todas essas inovações têm a função principal de permitir concentrar mais tarefas em menos tempo e com menos esforço. Mas o que se pergunta aqui é se é possível usar os efeitos descritos anteriormente para manipular diretamente o tempo de modo a, ao invés de diminuir a demora das atividades humanas, “esticar” o próprio tempo, ou mesmo “andar para trás no tempo”, de modo a termos mais horas disponíveis para nossos caprichos.</p>
<p>A resposta não é animadora: o uso prático de tais fenômenos na vida cotidiana requer quantidades tão grandes de energia e aglomerados de matéria tão densos – trilhões de vezes maior do que a das rochas mais duras – que é virtualmente impossível com a atual tecnologia à disposição. Mas nada impede que alguma idéia brilhante e nova possa eliminar algumas limitações, como tantas vezes já aconteceu. Algumas já foram imaginadas e aumentaram um pouco as possibilidades.</p>
<p>Como transformar um dia em duas semanas</p>
<p>A dilatação do tempo chega a ser banal: acontece naturalmente e de forma automática quando se compara o ritmo do “passar do tempo” para duas pessoas deslocando-se uma em relação à outra. Trata-se de um efeito previsto pela teoria da relatividade especial, em 1905, produzida por Albert Einstein, Henri Poincaré, Hendrik Lorentz e outros, e que substituiu a mecânica de Newton, inconteste pelos 300 anos anteriores. Até então, imaginava-se o tempo como uma entidade absoluta, cujo “fluir” seria o mesmo para todos os observadores. Algo bem diferente de outros conceitos que sabemos que dependem de um referencial, como a velocidade. A rigor, a especificação da velocidade só é completa quando se diz em relação a quê. Um carro pode estar a 100 km/h em relação à estrada; mas, em relação ao Sol, estará a 180 mil km/h, acompanhando o movimento de translação da Terra ao redor dele.</p>
<p>O que a teoria da relatividade mostrou sobre o tempo foi que ele é tão dependente de um referencial quanto a velocidade. Se eu olho para o relógio de alguém deslocando-se em relação à mim, vejo-o andar mais lentamente que o meu; os seus batimentos cardíacos parecem (e estão) mais vagarosos; suas palavras chegam até mim mais espaçadas e sua voz mais grave, vejo-a envelhecer mais devagar e assim por diante.</p>
<p>Neste ponto, para os atrasados e apressados, há uma boa notícia e uma má. A má é que seria necessário que dois observadores se afastassem a 42% da velocidade da luz para produzir um atraso de apenas 10% no correr do tempo entre um e outro. Portanto, é muito difícil e caro produzir uma dilatação do tempo útil, que transforme horas em mais horas, de forma que eu não precisasse mais escrever este texto para amanhã, mas só para daqui a duas semanas. Além disso, trata-se de um efeito que acontece entre observadores. Se eu permaneço parado em relação ao editor desta revista, meu tempo flui necessariamente da mesma forma que o dele. A não ser que alguém tenha alguma idéia brilhante&#8230;</p>
<p>Na verdade, alguém teve uma idéia brilhante: Einstein e o matemático francês Pierre Langevin. E esta é a “notícia boa” prometida acima. Trata-se de um efeito chamado “paradoxo dos gêmeos”; Einstein previu-o em 1905 e, em 1911, Langevin colocou-o nos termos dramáticos seguintes. Imaginemos dois irmãos gêmeos, Ulisses e Penélope, sendo que Ulisses realiza uma viagem espacial em alta velocidade e volta anos depois. Segundo a previsão da relatividade, durante a viagem, Penélope observaria daqui da Terra todos os fenômenos relacionados a Ulisses mais lentos que o normal, desde as batidas do seu coração até a velocidade do seu caminhar. E isso inclui o ritmo do seu envelhecimento. De forma que, quando Ulisses retornar à Terra, estará alguns dias mais novo que Penélope.</p>
<p>Esse efeito já foi demonstrado substituindo-se os gêmeos por relógios atômicos, que são relógios de altíssima precisão. Em 1971, os físicos J. C. Hafele e R. E. Keating sincronizaram dois desses relógios e embarcou-se um deles em um vôo comercial ao redor do mundo, enquanto o outro permaneceu no Observatório Naval dos Estados Unidos, em Washington. O experimento foi feito duas vezes, uma num vôo de oeste para leste e outra de leste para oeste. Na primeira, o relógio atrasou-se 59 bilionésimos de segundo (59 nanossegundos) e, na segunda, adiantou 273 nanossegundos. Os resultados foram compatíveis com as previsões das equações da relatividade.</p>
<p>Viagens ao futuro e ao passado</p>
<p>A idéia de Einstein e Langevin foi boa o suficiente para se poder observar a dilatação do tempo sem grande dificuldade com velocidades perfeitamente acessíveis e vencer completamente a limitação do referencial entre eu e meu editor. Mas ela não é boa o suficiente para resolver as urgências do dia-a-dia – a velocidade envolvida teria que ser colossal. Há, porém, projetos de naves espaciais que talvez possam alcançar tais velocidades acelerando constantemente durante um longo tempo – para isso, usam como fonte de energia os raios cósmicos, que existem em qualquer lugar do espaço.</p>
<p>Mas, se o problema é a velocidade, a teoria da relatividade geral, feita também por Einstein e por David Hilbert entre 1905 e 1916, sugere uma forma de dilatar o tempo com os dois observadores parados: com o auxílio de campos gravitacionais intensos. Pela teoria, um observador no espaço interestelar (praticamente sem gravidade) vê tudo o que acontece quando outro observador na superfície da Terra correr mais devagar, da mesma forma que no caso de observadores em movimento. O campo gravitacional tem um efeito sobre o tempo. Mas é necessário um campo muito intenso para produzir uma diferença sensível e, para produzi-lo, seria necessário dispor de um acúmulo de matéria muito grande. Em 1976, foi medida a dilatação do tempo gravitacional entre um relógio atômico na Terra e um outro em um foguete lançado a 10 mil quilômetros de altura pelo Observatório Astrofísico Smithsonian, em Cambridge, nos EUA. O resultado foi de 4,5 partes em 10 bilhões (um desvio de apenas 0,01% em relação à previsão da teoria). Para produzir uma diferença de 10%, um objeto do tamanho da Terra teria que ter 10 elevado à 26ª potência (“1” seguido de 26 zeros) vezes o peso do nosso planeta, o que significa uma densidade só superada por um buraco negro.</p>
<p>E com relação à viagem no tempo? A coisa interessante com a idéia brilhante de Einstein e Langevin é que o paradoxo dos gêmeos não é apenas uma dilatação no tempo: é um deslocamento através do tempo. Podemos dizer que Ulisses, em seu périplo, viajou em direção ao futuro. Na verdade, sempre que alguém se desloca pelo espaço, desloca-se também no tempo, em relação a observadores que permanecem parados. Isso significa que estamos viajando para o futuro o tempo todo. O efeito é evidentemente diminuto demais em situações cotidianas – mas existe.</p>
<p>Já a volta ao passado, que seria útil para as urgências da modernidade (se não cair em mãos erradas!), é de implementação muito mais difícil. Muitas vezes, tem-se a idéia popular de que uma viagem ao passado implicaria em uma velocidade superior à da luz. Não é verdade: pode-se fazer tais viagens sem ultrapassá-la. O que se precisa nesse caso, segundo a relatividade geral, é de um campo gravitacional de formato muito exótico – o que implica em uma porção de matéria com formato igualmente exótico e extremamente densa. Esse campo produziria uma espécie de “túnel” no espaço-tempo chamado “buraco de verme” ou “buraco de minhoca”. Ele permitiria deslocamentos em grandes distâncias e/ou através do tempo. Seriam necessárias também enormes quantidades de energia para impedir que esse túnel colapsasse e se fechasse quase instantaneamente. Foi esse efeito que inspirou a “velocidade warp” da série Jornada nas Estrelas e tantos outros saltos espaciais e temporais em filmes de ficção científica.</p>
<p>Se assim aconteceu, assim acontecerá</p>
<p>Além disso, a teoria aparentemente não prevê a possibilidade de mudar o passado. Não seria possível, por exemplo, um homem voltar algumas décadas e matar a própria mãe antes de ele próprio nascer, pois esse filho não só estaria alterando um evento que já aconteceu (seu nascimento), como também impossibilitando a própria alteração. Mas as equações não impedem que essa pessoa volte no tempo e ajude sua mãe a conhecer seu pai, de modo que o nascimento ocorra. Tem-se aqui uma típica situação circular no tempo (tecnicamente, chamada “curva tipo tempo fechada” ou CTC), mas que quase não apresenta contradições lógicas (“quase” porque em algumas situações parece ser possível produzir informação a partir do nada). A ficção científica também explorou casos semelhantes, como no filme O Exterminador do Futuro, de 1984, e na sua continuação, de 1991, dirigidos por James Cameron.</p>
<p>De qualquer forma, “buracos de minhoca” podem ser, teoricamente, produzidos em condições extremamente energéticas, como as que acontecem nas colisões subatômicas em aceleradores de partículas. Há cientistas que acreditam que eles poderão aparecer, ainda que raramente e microscópicos, no acelerador LHC (Large Hadron Collider).Tais buracos de minhoca, porém, seriam demasiadamente pequenos, da ordem de um “comprimento de Planck” (ou seja, de um centésimo de quintilionésimo do diâmetro de um próton). Além disso para transformar um deles em uma máquina do tempo boa para seres humanos, seria preciso colocar uma de suas pontas em um campo gravitacional extremamente intenso, como o de uma estrela de nêutrons – e aí volta o problema de se arrumar uma porção de matéria extremamente densa.</p>
<p>Nada impede, porém, que alguma outra idéia brilhante e nova possa contornar algumas dessas limitações e permitir a produção de algum aparelho capaz de distorcer o tempo de forma a transformar 50 minutos em 60 minutos. Mas não terá essa possibilidade o mesmo destino dos outros “sucessos” da tecnologia no aumento do tempo livre das pessoas? Afinal, mesmo com todas essas máquinas, continuamos com falta de tempo! As pessoas continuam correndo, executivos trabalham com laptops em viagens à noite, empresários bem-sucedidos ficam em atividade 14 horas por dia. Se tivéssemos um dia de 48 horas, provavelmente a jornada de trabalho pularia para 32 horas diárias&#8230; O que pode melhorar o problema de gerenciamento do tempo não são novas inovações tecnológicas, mas uma mudança de atitude para com o trabalho e a vida.</p>
<p>Ao leitor interessado, o livro A evolução da física, escrito pelo próprio Einstein e por Leopold Infeld, explica as teorias da relatividade especial e geral de forma bastante compreensível para não-físicos. Uma quantidade de experimentos possíveis sobre relatividade especial utilizando material caseiro aparece no site da Feira de Ciências, de Luiz Ferraz Netto. Um especial sobre o tempo, incluindo artigos sobre física – e um de Paul Davies sobre como construir uma máquina do tempo –, apareceu na Scientific American Brasil de outubro de 2002, que foi republicada neste mês de outubro de 2007. Uma abordagem sobre viagens no tempo mais extensa e acessível a não-fisicos está no livro Máquina do tempo – um olhar científico, do físico brasileiro Mário Novello.</p>
<p>Roberto Belisário é doutor em física, professor de eletrônica digital e física nas Faculdades Integradas Pedro Leopoldo (MG).</p>
<p><a href="http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&amp;edicao=30&amp;id=351">link original</a></p>
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		<title>Compartilhar arquivos em rede Windows &#8211; Ubuntu</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 00:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[samba]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Simples:
sudo apt-get install samba smbfs smbclient
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<blockquote><p>sudo apt-get install samba smbfs smbclient</p></blockquote>
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			<media:title type="html">lucasn</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>ponteiros e matrizes</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/07/02/ponteiros-e-matrizes/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/07/02/ponteiros-e-matrizes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 23:24:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[c++]]></category>
		<category><![CDATA[ponteiros]]></category>
		<category><![CDATA[vetores]]></category>

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		<description><![CDATA[como os elementos do vetor estão contíguos na memória, podemos fazer o seguinte procedimento para associar uma matriz a um ponteiro:
# include &#60;stdio.h&#62;
# include &#60;string.h&#62;

void get_name( char *v )
{
 printf(&#34;What's your name?\n&#34;);
 scanf(&#34;%s&#34;,&#38;v[0]);
}

int main(void)
{
 char n[50];
 get_name( n );
 printf(&#34;How you doing, %s ?\n&#34;,n);

 return 0;
}
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=532&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>como os elementos do vetor estão contíguos na memória, podemos fazer o seguinte procedimento para associar uma matriz a um ponteiro:</p>
<pre class="brush: cpp;"># include &lt;stdio.h&gt;
# include &lt;string.h&gt;

void get_name( char *v )
{
 printf(&quot;What's your name?\n&quot;);
 scanf(&quot;%s&quot;,&amp;v[0]);
}

int main(void)
{
 char n[50];
 get_name( n );
 printf(&quot;How you doing, %s ?\n&quot;,n);

 return 0;
}</pre>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ldev.wordpress.com/532/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ldev.wordpress.com/532/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ldev.wordpress.com/532/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ldev.wordpress.com/532/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ldev.wordpress.com/532/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ldev.wordpress.com/532/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ldev.wordpress.com/532/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ldev.wordpress.com/532/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ldev.wordpress.com/532/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ldev.wordpress.com/532/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=532&subd=ldev&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">lucasn</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>PCI: BIOS BUG #81 [49435000] &#8211; resolução</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/07/01/pci-bios-bug/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/07/01/pci-bios-bug/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 02:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[grub]]></category>
		<category><![CDATA[kernel]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://ldev.wordpress.com/?p=530</guid>
		<description><![CDATA[recentemente, tive um problema ao instalar o Ubuntu no meu notebook. Algo como &#8220;BUG: soft lockup &#8211; CPU stuck for 11s&#8221; impedia a inicialização do sistema.
Para resolver esse problema, tive que adicionar os seguintes parâmetros na inicialização do Kernel:
noapic, nolapic, acpi=off, pnpbios=off
Então, as linhas que iniciam a partição do Ubuntu no arquivo menu.lst ficaram assim:
title   [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=530&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>recentemente, tive um problema ao instalar o Ubuntu no meu notebook. Algo como &#8220;BUG: soft lockup &#8211; CPU stuck for 11s&#8221; impedia a inicialização do sistema.</p>
<p>Para resolver esse problema, tive que adicionar os seguintes parâmetros na inicialização do Kernel:</p>
<blockquote><p>noapic, nolapic, acpi=off, pnpbios=off</p></blockquote>
<p>Então, as linhas que iniciam a partição do Ubuntu no arquivo menu.lst ficaram assim:</p>
<blockquote><p>title        Ubuntu 8.04<br />
root        (hd0,1)<br />
kernel        /boot/vmlinuz-2.6.24-23-generic root=UUID=fe8b2faa-bd70-4df3-b93e-c4f9da1995c7 ro quiet noapic nolapic acpi=off pnpbios=off<br />
initrd        /boot/initrd.img-2.6.24-23-generic<br />
quiet</p></blockquote>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ldev.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ldev.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ldev.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ldev.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ldev.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ldev.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ldev.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ldev.wordpress.com/530/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ldev.wordpress.com/530/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ldev.wordpress.com/530/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=530&subd=ldev&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>LaTeX</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/05/28/latex/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/05/28/latex/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 17:29:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[tutoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[LaTeX é um conjunto de macros para o processador de textos TeX, utilizado amplamente para a produção de textos matemáticos e científicos por causa de sua alta qualidade tipográfica. Entretanto, também é utilizado para produção de cartas pessoais, artigos e livros sobre assuntos muito diversos (Wikipedia)
Para começar a desenvolver documentos usando o LaTeX (pronuncia-se lay-tech), [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=525&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><blockquote><p>LaTeX é um conjunto de macros para o processador de textos TeX, utilizado amplamente para a produção de textos matemáticos e científicos por causa de sua alta qualidade tipográfica. Entretanto, também é utilizado para produção de cartas pessoais, artigos e livros sobre assuntos muito diversos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/LaTeX">(Wikipedia)</a></p></blockquote>
<p>Para começar a desenvolver documentos usando o LaTeX (pronuncia-se <em>lay-tech</em>), é preciso que você baixe o <a href="http://miktex.org/2.7/setup">MiKTeX</a> e um IDE, como o <a href="http://www.latexeditor.org/download_main.html">LEd</a>.</p>
<p>Se você não souber como usar o LaTeX, sugiro que leia este mini-curso: <a href="http://ldev.files.wordpress.com/2009/05/3895860-minicursodelatex.pdf">Mini-curso de LaTeX.pdf</a></p>
<p><strong>obs: </strong>Ao começar a desenvolver seus documentos, use o seguinte comando para habilitar o uso de acentos:</p>
<blockquote><p>\usepackage[latin1]{inputenc}</p></blockquote>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ldev.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ldev.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ldev.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ldev.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ldev.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ldev.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ldev.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ldev.wordpress.com/525/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ldev.wordpress.com/525/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ldev.wordpress.com/525/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=525&subd=ldev&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Dezhnev&#8217;s proverbs</title>
		<link>http://ldev.wordpress.com/2009/05/04/dezhnevs-proverbs/</link>
		<comments>http://ldev.wordpress.com/2009/05/04/dezhnevs-proverbs/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 05 May 2009 00:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas Nogueira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[asimov]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[provérbios]]></category>

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		<description><![CDATA[I&#8217;ve just finished reading the book &#8220;Fantastic Voyage II: Destination Brain&#8221;, a science fiction novel by Isaac Asimov.  It&#8217;s tells a story about a group of scientists who could modify Planck&#8217;s constant in order to miniaturize everything. So, they miniaturized themselves for exploring the human brain. One of the characters, Arkady Vissianovich Dezhnev, is pretty [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=522&subd=ldev&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>I&#8217;ve just finished reading the book<em><strong> &#8220;Fantastic Voyage II: Destination Brain&#8221;, </strong></em>a science fiction novel by Isaac Asimov.  It&#8217;s tells a story about a group of scientists who could modify Planck&#8217;s constant in order to miniaturize everything. So, they miniaturized themselves for exploring the human brain. One of the characters, Arkady Vissianovich Dezhnev, is pretty famous for remembering some proverbs that his father used to say.</p>
<p><span id="more-522"></span></p>
<p>I&#8217;ve copied all these proverbs, because some of them are very useful, so, enjoy!</p>
<blockquote><p>If you must pull a tooth, it is mistaken kindness to pull it slowly.<br />
Apes were invented because politicians were needed.<br />
The trouble with economizing is that it can be very expensive.<br />
What counts is the person, not the name.<br />
The body knows what it needs. That&#8217;s why some things taste good.<br />
A woman who doesn&#8217;t fuss has no faults.<br />
Bad news has the wings of an eagle, good news the legs of a sloth.<br />
To get a human being takes a moment of pleasure, but to get a horse costs money.<br />
It is good to be at the head of the table, even if only one other sits with you and there is but a bowl of cabbage soup to share.<br />
The truly wise trapeze artist does not inspect his nails in mid-jump.<br />
Since we all must die, what better can we ask for than a quick and sudden death?<br />
It is slower, but better, to creep along the downward path than to leap over the cliff.<br />
A wise man does not build the roof of a house first.<br />
If you find a gold key without a lock, don&#8217;t throw it away. The gold is also sufficient.<br />
To want peace and quiet above all else is to hope for death.<br />
Only simpletons go to fortune-tellers. Who else would be in such a hurry to hear bad news?<br />
It is only when a child has learned to hold still that it can be considered a creature of sense.<br />
Half an imagination is worse than none at all.<br />
My proverbs may have bored you, but now you can look forward to hearing them no more, so that you will mourn me less and, therefore, suffer less.<br />
People are ready enough to laugh at you. Don&#8217;t make funny faces in order to encourage them.<br />
The time for offense is when a man, once he has cooled down, repeats an insult he has offered in his rage.<br />
On tomorrow&#8217;s feast, we can starve today.<br />
Almost right is no better than wrong.<br />
Between not enough and too much is a hair&#8217;s breadth.<br />
the sure thing about anything that goes without saying is that someone is bound to say it.<br />
There is no drink like pure water, provided one realizes that it is alcohol that is the purifying agent.<br />
To be saved from the jaws of a wolf by a hungry bear is no great cause for gratitude.<br />
The most exciting part of any trip is reaching home again.<br />
The longer it takes to get to a point, the blunter it turns out to be.<br />
If you want to hear, you must begin by listening.<br />
If the words of a wise man are few, they are nevertheless worth listening to.<br />
Later is usually too late.<br />
There is no duress like one&#8217;s own conscience and it is that which makes life so needlessly bitter.<br />
If you are dangling from a rope over an abyss, don&#8217;t bother snatching at a coin that falls out of your pocket.<br />
Anyone can hunt a bear fearlessly when the bear is absent.<br />
Life would be unbearable if death were not worse yet.<br />
If you have nothing to lose, gamble freely.<br />
The most frightening phrase in the Russian language is &#8220;That&#8217;s odd.&#8221;<br />
It is more important to know the thing than the name.<br />
When only one course of action is possible, there is no difficulty in deciding what to do.<br />
Vehemence, my little son, is no guarantee of truth.<br />
Eating too much kills more quickly than eating too little.</p>
<p><strong>Dezhnev Senior’s proverbs at the start of each chapter</strong></p>
<p>He who is needed must learn to endure flattery.<br />
If asking politely is useless, take.<br />
A pawn is the most important piece on the chessboard &#8211; to a pawn.<br />
Small can be beautiful: An eagle may at times go hungry; a pet canary, never.<br />
Life is pleasant Death is peaceful. It is the transition that is troublesome.<br />
We are always certain that the decision we have just made is wrong.<br />
No voyage is dangerous to the one who waves good-bye from the shore.<br />
The greatest difficulty comes at the start. It&#8217;s called &#8220;getting ready.”<br />
If the current flow is taking you where you want to go, don&#8217;t argue.<br />
If you want to know whether water is boiling, don&#8217;t test it by hand.<br />
Going there may be most of the fun &#8211; but only if you get there in the end.<br />
In life, unlike chess, the game continues after checkmate.<br />
The wall that says &#8220;Welcome, stranger&#8221; has never been built.<br />
Those who say &#8220;A penny for your thoughts&#8221; are usually being overgenerous.<br />
Good company robs even death of some of its terrors.<br />
Once the sun sets, it grows dark; don&#8217;t let that catch you by surprise.<br />
If trouble were as easy to get out of as into &#8211; life would be one sweet song.<br />
The trouble with triumph is that you may be on the other side.<br />
In the true triumph, however, there are no losers.</p></blockquote>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ldev.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ldev.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ldev.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ldev.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ldev.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ldev.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ldev.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ldev.wordpress.com/522/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ldev.wordpress.com/522/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ldev.wordpress.com/522/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ldev.wordpress.com&blog=2435069&post=522&subd=ldev&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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